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Mostrando postagens de Outubro, 2020

Novas taxas da Caixa para financiamento de imóveis entram em a partir de 22/10/2020

Começa a valer a partir de 22 de Outubro de 2020, a nova taxa de juros Caixa Econômica Federal para o financiamento de imóveis para pessoas físicas com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo SBPE. A partir de agora, a linha de crédito indexada pela Taxa Referencial terá taxa mínima de TR + 6,25%, e máxima de TR + 8%, uma queda de até 0,50 ponto percentual. É hora de mudar de casa? Alugar ou comprar, e como? Saiba como com a EXAME Academy. As taxas, válidas para novos financiamentos, já podem ser acessadas pelos clientes por meio do simulador habitacional da Caixa. A estimativa do banco é conceder mais de R$ 14 bilhões em crédito imobiliário SBPE até o fim deste ano. Outras medidas Responsável por 69% do crédito imobiliário do país, a Caixa anunciou no último dia 14, quando bateu a marca histórica de 500 bilhões de reais em financiamento para casa própria, um pacote de ações de estímulo ao setor. A expectativa do banco é impactar 830.000 famílias por meio de R$ 83 bilhõ

10 dicas para escolher um bom corretor de imóveis

Comprar, vender ou alugar um imóvel é uma atividade muito importante, pois envolve expectativas, muitas cédulas, um sonho e a realização pessoal. Confira abaixo algumas dicas que devem te ajudar na hora de encontrar um corretor de imóveis adequado para te auxiliar neste processo. Registro no Creci Todo corretor de imóveis tem que ser registrado no Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci), órgão responsável por regulamentar e disciplinar a atividade. Esse é o primeiro passo para avaliar se o profissional exerce a sua profissão de acordo com os regimentos legais e garante a qualidade dos serviços prestados. Ter experiência de mercado Assim como em qualquer ramo de atividade, na corretagem a experiência endossa uma série de detalhes. Essa expertise assegura algumas vantagens importantes, que vão desde as técnicas de negociação, até um olhar clínico para avaliar a propriedade. Optar por um corretor realista Muitas vezes, quem adquire um bem está realizando um sonho. No entanto, n

Aluguel pode subir 18% e especialistas já defendem fim do IGP-M nos reajustes

Com uma das maiores altas desde o início do Plano Real, em 1994, o IGP-M, um dos vários índices de inflação do país, está roubando a cena econômica. Mais famoso por ser o indexador que reajusta os aluguéis, o índice sofre forte influência do dólar e de produtos de exportação como minério de ferro e soja, e subiu 4,34% em setembro, de acordo com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), instituição responsável por calculá-lo desde 1940. Com o resultado, o índice acumula alta de 14,4% no ano e de 17,94% nos últimos 12 meses. Isso significa que, sim, os inquilinos com contrato por fazer aniversário em breve podem ter um reajuste de cerca de 18% no valor do aluguel. Só em 2002, quando a primeira eleição de Luis Inácio Lula da Silva apavorou o mercado, e em 1999, quando o câmbio fixo foi abandonado, a variação dele passou dos 20% e foi maior do que isso.  A alta está descolada dos outros índices e isso tem levado especialistas a questionar: afinal, faz sentido o IGP-M, que é composto por um monte de

Preços dos imóveis têm maior alta mensal desde 2014, segundo Índice Fipezap

Os preços de venda dos imóveis residenciais subiu 0,53% em setembro, na maior alta mensal em seis anos, segundo dados divulgados nesta terça-feira (6) pela FipeZap   – desde a alta de 0,55% registrada em setembro de 2014. Em agosto, o indicador, que acompanha 50 cidades, havia ficado em 0,37%. O Índice FipeZap de Preços de Imóveis Anunciados é o primeiro indicador com abrangência nacional que acompanha os preços de venda e locação de imóveis no Brasil. A taxa calculada é maior do que a inflação esperada para o período, de 0,43%. A inflação oficial será divulgada em 9 de setembro e, se a previsão se confirmar, o valor dos imóveis terá registrado alta real (acima da inflação) de 0,10%. Em 12 meses, os preços seguem acumulando queda real de 0,76% (em se confirmando a expectativa para o IPCA de setembro). Sem contar a inflação, os preços acumulam alta nominal de 2,14%. FipeZap setembro/2020 — Foto: Economia G1 Capitais Entre as capitais monitoradas pela FipeZap, apenas Porto Alegre não reg