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Governo irá repassar mais R$ 100 mi para o Minha Casa Minha Vida

Recursos serão liberados na próxima semana. Nesta já foram liberados R$ 443 mi para obras que estavam em andamento 

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Jair Bolsonaro com o ministro Gustavo Canuto

Jair Bolsonaro com o ministro Gustavo Canuto

DIDA SAMPAIO/ESTADÃO CONTEÚDO
O governo Bolsonaro liberou recursos do programa Minha Casa Minha Vida para continuar obras em andamento e garante que não faltarão recursos para o programa, para obras já contratadas, até o final do ano. O ministro do Desenvolvimento Regional, Gustavo Canuto, disse ao R7 Planalto que em setembro serão liberados, apenas para o programa, R$ 543 milhões, sendo R$ 443 já liberados desde segunda-feira (2) e R$ 100 milhões que serão liberados na semana que vem. 
— Foram R$ 600 milhões para o ministério logo no início da semana, desses R$ 443 destinados à habitação, ao Minha Casa Minha Vida, ou seja, quase 75%. O restante usado para outras políticas aqui do ministério. Desses R$ 443 trazem para a população a garantia de que as 233 mil unidades que estão em construção continuem em construção e as pessoas continuem trabalhando. A expectativa é que na semana que vem a gente faça repasse adicional de R$ 100 milhões para habitação totalizando R$ 543 milhões, mais de meio bilhão de reais investidos em setembro na habitação popular pelo governo de Jair Bolsonaro.
O ministro explicou que a faixa 1 do programa, para brasileiros com renda de até R$ 1.800, está sendo privilegiada. 
—  A faixa 1 está sendo mais beneficiada por esses recursos. Famílias que recebem até R$ 1.800 e também áreas rurais e entidades. Temos três modalidades da faixa 1 atendidas por esses recursos. Nossa intenção é tirar pessoas que estejam em situação de moradia precária. Ou em ambientes insalubres. A preocupação é tirar dessa situação e colocar em situação de moradia digna ou pessoas que vivem em áreas de risco. 
Ele garantiu que haverá recursos para entregar as unidades em construção também nos meses de outubro, novembro e dezembro. 
— O governo é um só e estamos entre dois mundos, equilibrar as contas e guardar a vida das pessoas para que o Estado precisa. Nossa situação futura ainda tem alguns problemas mas há todo um compromisso da Economia, do Desenvolvimento Regional, da Casa Civil e do próprio presidente para garantir recursos. Teremos condições de manter o programa em outubro, novembro e dezembro e finalizar o ano com bons números tendo finalizado o ano com boa parte tendo entregue parte considerável das 233 mil unidades. Já entregamos mais de 230 mil unidades, número expressivo e queremos que isso continue e novas unidades sejam entregues até o final do ano. 

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