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Mais brasileiros vão trocar o aluguel pela casa própria

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BAIRRO INTELIGENTE: PROTOCOLO ENTRE ITAIPU E PREFEITURA DE FOZ TRANSFORMAM A VILA A NUM ENORME PARQUE A CÉU ABERTO

Protocolo de intenções assinado entre PTI e Prefeitura de Foz do Iguaçu deu a partida no Programa Acelera FOZ O diretor superintendente do PTI, general Eduardo Garrido e o Prefeito Chico Brasileiro parcerias para a construção de ciclovia, calçamento e paisagismo que irão transformar a Vila A num grande parque para a comunidade de Foz. paralelamente à construção, Itaipu está fazendo o plantio de 2.700 mudas nativas para compensar o corte de árvores. Foto: Kiko Sierich - PTI
A Vila A será o primeiro bairro do Brasil a ter tecnologias voltadas a tornar as cidades inteligentes testadas e demonstradas, com o objetivo de promover melhorias em áreas como segurança pública e mobilidade urbana. O projeto integra um protocolo de intenções assinado entre o Parque Tecnológico Itaipu (PTI-BR) e a Prefeitura de Foz do Iguaçu.  Obras da ciclovia da Vila A - Foto: Rubens Fraulini - Itaipu Binacional. Aos poucos, a Vila A, bairro historicamente ligado à usina de Itaipu, em Foz do Iguaçu (PR), vai ganhan…

LOJAS FRANCAS PODEM AJUDAR A ALAVANCAR A ECONOMIA DE FOZ DO IGUAÇU

LOJAS FRANCAS PODEM AJUDAR A ALAVANCAR A ECONOMIA DE FOZ DO IGUAÇU Artigo de Derseu de Paula faz uma análise sobre o assunto A instalação de lojas francas ou Duty Free nas cidades de fronteira do Brasil, denominadas de cidades gêmeas, foi uma reivindicação antiga de empresários e autoridades dessas cidades. As razões são muitas, dentre as quais destacam-se: – Maior equilíbrio na concorrência com as cidades localizadas nos países vizinhos que em muitos casos são verdadeiros centros comerciais de grande volume de vendas para brasileiros; – Enfraquecimento e desestimulo do comércio interno, com consequência na geração de empregos locais, na geração de impostos e no crescimento; – Em cidades com grande fluxo de turistas como é o caso de Foz do Iguaçu e Guaíra, haveria retenção dos turistas por mais tempo na cidade com repercussão nos demais setores da economia como restaurantes hotéis e demais serviços. A luta para a instalação de lojas francas nas cidades gêmeas de fronteira começou no R…
Com pandemia, aluguel de imóvel deve ser negociado com o proprietárioDiante da crise financeira trazida pela pandemia do coronavírus, orientação é que inquilinos busquem uma alternativa de forma amigável.
Com a crise econômica trazida pela pandemia do coronavírus, empresas e famílias enfrentam dificuldades para pagar contas básicas, como a água, a luz, o telefone, a internet e o aluguel. Muitas empresas estão se solidarizando com a situação dessas famílias e implantando medidas de flexibilização de pagamentos, mas a palavra de ordem, em todos os casos, é a negociação.
Para o pagamento do aluguel, a orientação das imobiliárias é buscar uma negociação com o locatário. “O que tem acontecido é que a grande maioria (das imobiliárias) tem feito acordos, porque às vezes tem um inquilino muito bom que no momento não tem como pagar o aluguel”, afirma Marco Antônio Bacarin, presidente do Sincil (Sindicato dos Corretores de Imóveis de Londrina). “Não temos uma medida jurídica, nem coletiva que po…

Venda de imóveis cresceu 9,7% em 2019

Lançamentos tiveram alta de 15,4%, segundo levantamento da CBIC Levantamento da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) divulgado ontem (2) mostra que as vendas de imóveis residenciais cresceram 9,7% no país, em 2019, na comparação com o ano anterior.  No total foram vendidas 130.434 unidades, contra 118.893 em 2018. Para a CBIC, o ano de 2020 projeta um crescimento parecido com o observado em 2019, em torno de 10%, melhor resultado anual dos últimos quatro anos. A pesquisa, realizada em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), analisou os dados de 90 municípios brasileiros. Os números mostram ainda que os lançamentos apresentaram uma alta de 15,4%, em 2019, somando 130.137 unidades. Em 2018, haviam sido lançadas 112.750 unidades. Os dados do 4º trimestre de 2019 reforçam a tendência de aumento. No período, os lançamentos de imóveis cresceram 28,3% em relação ao 3º trimestre e 8,4% frente ao 4º trimestre de 2018. As vendas de outubro, novembro e …
Brasil sobe no ranking e é o quarto principal destino de investimentos no mundo em 2019
Por Agência Brasil Privatizações fizeram país subir duas posições em ranking
Com a ajuda do programa de privatização de empresas federais, o Brasil subiu da sexta para a quarta posição entre os principais destinos de investimentos estrangeiros no mundo em 2019. Segundo relatório divulgado hoje (20) pela Conferência das Nações Unidas para o Comércio e Desenvolvimento (Unctad), o Brasil recebeu US$ 75 bilhões em investimentos externos no ano passado, contra US$ 60 bilhões em 2018. Os três primeiros lugares do ranking de destino de investimentos ficaram com os Estados Unidos, com US$ 251 bilhões no ano passado; a China, com US$ 140 bilhões, e Cingapura, com US$ 110 bilhões. Os US$ 75 bilhões que chegaram ao Brasil equivalem a mais da metade dos US$ 119 bilhões que a América do Sul recebeu no ano passado. Segundo o relatório, parte da alta dos investimentos externos no Brasil ocorreu, em parte, por cau…

Corretor tem direito a comissão se não tiver culpa por desistência do negócio.

O corretor de imóveis tem direito a receber comissão nos casos em que houver desistência por arrependimento do comprador ou vendedor. A comissão só não deve ser paga caso a desistência seja culpa do corretor.
A decisão é da 3ª Turma do Superior Tribunal de Justiça ao reconhecer o direito de duas corretoras de receberem a comissão, apesar de o negócio não ter sido efetivado.
As corretoras recorrentes intermediaram uma venda e, quando já estava agendada a lavratura da escritura no cartório de registro de imóveis, a compradora não compareceu, o que levou à rescisão contratual por arrependimento.

Segundo a ministra Nancy Andrighi, relatora do recurso no STJ, o negócio foi desfeito sem nenhuma contribuição das corretoras, ou seja, o arrependimento da contratante se deu por fatores alheios à atividade das intermediadoras. De acordo com a relatora, o ponto central da controvérsia é definir o que se pode entender como resultado útil da atividade do corretor de imóveis. "Para o efeito de to…